A narrativa de “DeFi vs. TradFi” era binária: os bancos eram os dinossauros, e o asteroide estava chegando. Estávamos errados? Nos últimos meses, o dinossauro não apenas sobreviveu, como aprendeu a voar. E a tese do “exterminador da SWIFT” pode estar morta agora.
Em um teste discreto coordenado com BNP Paribas, Société Générale, e Intesa Sanpaolo, SWIFT provou que poderia liquidar títulos tokenizados em blockchains fragmentadas usando a infraestrutura bancária existente. [COMUNICADO]
A mensagem: a infraestrutura da SWIFT não está ultrapassada; está sendo modernizada.
O que aconteceu
A Swift, em colaboração com parceiros como BNP Paribas (custodiante e agente pagador), Société Générale – FORGE (provedor de DLT1 e emissor) e Intesa Sanpaolo (custodiante secundário), concluiu uma série de testes para coordenar transações com títulos tokenizados e pagamentos internacionais.
A iniciativa demonstrou a entrega contra pagamento (DvP)2 com liquidação e gestão do ciclo de vida integradas entre múltiplas blockchains e sistemas tradicionais, utilizando padrões ISO 20022. A Swift agora está integrando um registro compartilhado baseado em blockchain à sua infraestrutura para permitir a execução de transações globais em tempo real, 24/7.

Fique por dentro: A SWIFT processa 68M mensagens diariamente. Agora, está construindo um registro compartilhado baseado em blockchain com a Consensys e 30+ instituições globais de 16 países, visando à implementação em 200 países.




